quarta-feira, 14 de abril de 2010


" Semana do INDIO eu não poderia deixar de postar esta belíssima obra, é extensa mais é muito profunda, tente ler"

Em 1855, o cacique Seattle, da tribo Suquamish, do Estado de Washington, enviou esta carta ao presidente dos Estados Unidos (Francis Pierce), depois de o Governo haver dado a entender que pretendia comprar o território ocupado por aqueles índios. Faz já mais de cento e cinquenta anos. Mas o desabafo do cacique tem uma incrível atualidade. A carta:

"Como podeis comprar ou vender o céu, a tepidez do chão? A idéia não tem sentido para nós.

Se não possuímos o frescor do ar ou o brilho da água, como podeis querer comprá-los? Qualquer parte desta terra é sagrada para meu povo. Qualquer folha de pinheiro, qualquer praia, a neblina dos bosques sombrios, o brilhante e zumbidor inseto, tudo é sagrado na memória e na experiência de meu povo. A seiva que percorre o interior das árvores leva em si as memórias do homem vermelho.

Os mortos do homem branco esquecem a terra de seu nascimento, quando vão pervagar entre as estrelas. Nossos mortos jamais esquecem esta terra maravilhosa, pois ela é a mãe do homem vermelho. Somos parte da terra e ela é parte de nós. As flores perfumadas são nossas irmãs, os gamos, os cavalos a majestosa águia, todos nossos irmãos. Os picos rochosos, a fragrância dos bosques, a energia vital do pônei e do homem, tudo pertence a uma só família.

Assim, quando o grande chefe em Washington manda dizer que deseja comprar nossas terras, ele está pedindo muito de nós. O grande Chefe manda dizer que nos reservará um sítio onde possamos viver confortavelmente por nós mesmos. Ele será nosso pai e nós seremos seus filhos. Se é assim, vamos considerar a sua proposta sobre a compra de nossa terra. Mas tal compra não será fácil, já que esta terra é sagrada para nós.



A límpida água que percorre os regatos e rios não é apenas água, mas o sangue de nossos ancestrais. Se vos vendermos a terra, tereis de lembrar a nossos filhos que ela é sagrada, e que qualquer reflexo espectral sobre a superfície dos lagos evoca eventos e fases da vida do meu povo. O marulhar das águas é a voz dos nossos ancestrais.

Os rios são nossos irmãos, eles nos saciam a sede. Levam as nossas canoas e alimentam nossas crianças. Se vendermos nossa terra a vós, deveis vos lembrar e ensinar a nossas crianças que os rios são nossos irmãos, vossos irmãos também, e deveis a partir de então dispensar aos rios a mesma espécie de afeição que dispensais a um irmão.

Nós mesmos sabemos que o homem branco não entende nosso modo de ser. Para ele um pedaço de terra não se distingue de outro qualquer, pois é um estranho que vem de noite e rouba da terra tudo de que precisa. A terra não é sua irmã, mas sua inimiga, depois que a submete a si, que a conquista, ele vai embora, à procura de outro lugar. Deixa atrás de si a sepultura de seus pais e não se importa. A cova de seus pais é a herança de seus filhos, ele os esquece. Trata a sua mãe, a terra, e seus irmãos, o céu como coisas a serrem comprados ou roubados, como se fossem peles de carneiro ou brilhantes contas sem valor. Seu apetite vai exaurir a terra, deixando atrás de si só desertos. Isso eu não compreendo. Nosso modo de ser é completamente diferente do vosso. A visão de vossas cidades faz doer aos olhos do homem vermelho.

Talvez seja porque o homem vermelho é um selvagem e como tal, nada possa compreender.

Nas cidades do homem branco não há um só lugar onde haja silêncio, paz. Um só lugar onde ouvir o farfalhar das folhas na primavera, o zunir das asas de um inseto. Talvez seja porque sou um selvagem e não possa compreender.

O barulho serve apenas para insultar os ouvidos. E que vida é essa onde o homem não pode ouvir o pio solitário da coruja ou o coaxar das rãs à margem dos charcos à noite? O índio prefere o suave sussurrar do vento esfrolando a superfície das águas do lago, ou a fragrância da brisa, purificada pela chuva do meio-dia ou aromatizada pelo perfume dos pinhos.

O ar é precioso para o homem vermelho, pois dele todos se alimentam. Os animais, as árvores, o homem, todos respiram o mesmo ar. O homem branco parece não se importar com o ar que respira. Como um cadáver em decomposição, ele é insensível ao mau cheiro. Mas se vos vendermos nossa terra, deveis vos lembrar que o ar é precioso para nós, que o ar insufla seu espírito em todas as coisas que dele vivem. O ar que vossos avós inspiraram ao primeiro vagido foi o mesmo que lhes recebeu o último suspiro.

Se vendermos nossa terra a vós, deveis conservá-la à parte, como sagrada, como um lugar onde mesmo um homem branco possa ir sorver a brisa aromatizada pelas flores dos bosques.

Assim consideraremos vossa proposta de comprar nossa terra. Se nos decidirmos a aceitá-la, farei uma condição: O homem branco terá que tratar os animais desta terra como se fossem seus irmãos.

Sou um selvagem e não compreendo de outro modo. Tenho visto milhares de búfalos a apodrecerem nas pradarias, deixados pelo homem branco que neles atira de um trem em movimento.

Sou um selvagem e não compreendo como o fumegante cavalo de ferro possa ser mais importante que o búfalo, que nós caçamos apenas para nos mantermos vivos.

Que será dos homens sem os animais? Se todos os animais desaparecem, o homem morreria de solidão espiritual. Porque tudo isso pode cada vez mais afetar os homens. Tudo está encaminhado.

Deveis ensinar a vossos filhos que o chão onde pisam simboliza a as cinzas de nossos ancestrais. Para que eles respeitem a terra, ensinai a eles que ela é rica pela vida dos seres de todas as espécies. Ensinai a eles o que ensinamos aos nossos: Que a terra é a nossa mãe. Quando o homem cospe sobre a terra, está cuspindo sobre si mesmo. De uma coisa nós temos certeza: A terra não pertence ao homem branco; O homem branco é que pertence à terra. Disso nós temos certeza. Todas as coisas estão relacionadas como o sangue que une uma família. Tudo está associado. O que fere a terra fere também aos filhos da terra.

O homem não tece a teia da vida: É antes um dos seus fios. O que quer que faça a essa teia, faz a si próprio.

Mesmo o homem branco, a quem Deus acompanha e com quem conversa como um amigo, não pode fugir a esse destino comum. Talvez, apesar de tudo, sejamos todos irmãos.

Nós o veremos. De uma coisa sabemos, é que talvez o homem branco venha a descobrir um dia: Nosso Deus é o mesmo deus.

Podeis pensar hoje que somente vós o possuis, como desejais possuir a terra, mas não podeis. Ele é o Deus do homem e sua compaixão é igual tanto para o homem branco, quanto para o homem vermelho.

Esta terra é querida dele, e ofender a terra é insultar o seu criador. Os brancos também passarão talvez mais cedo do que todas as outras tribos. Contaminai a vossa cama, e vos sufocareis numa noite no meio de vossos próprios excrementos.

Mas no nosso parecer, brilhareis alto, iluminado pela força do Deus que vos trouxe a esta terra e por algum favor especial vos outorgou domínio sobre ela e sobre o homem vermelho. Este destino é um mistério para nós, pois não compreendemos como será no dia em que o último búfalo for dizimado, os cavalos selvagens domesticados, os secretos recantos das florestas invadidos pelo odor do suor de muitos homens e a visão das brilhantes colinas bloqueada por fios falantes.

Onde está o matagal? Desapareceu. Onde está a águia? Desapareceu. O fim do viver e o início do sobreviver."

MAIS APOIO AOS AGRICULTORES DO MUNICÍPIO DE SANTA LUZIA DO PARA

No dia 12/04/2010, no gabinete do prefeito, aconteceu à assinatura do convênio celebrado entre a Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural- IDATAM e a Prefeitura Municipal. Naquela ocasião, aconteceu a assinatura do termo de cooperaçao técnica firmado entre ambas as partes.

O IDATAM assume um papel inédito no município, que é levar para a zona rural, assistência técnica e acompanhamento aos produtores rurais, acesso ao crédito, curso de capacitação e treinamento, além de elaboração de projetos para captação de recursos nas atividades agrícolas. Agora no município, além da EMATER fazendo o trabalho de acompanhamento aos produtores rurais, também poderemos contar com a equipe técnica do IDATAM, que conta com dois técnicos em agropecuária permanentes na cidade, que ficarão situados no escritório da Secretaria Municipal de Agricultura, que junto com a secretária de Agricultura SOANE CASTRO, que também é engenheira Agrônoma, formam uma grande equipe para trabalhar no desenvolvimento da agricultura familiar, elevando o conceito de organização da produção, comercialização, transferência de tecnologia e principalmente, através de produção agropecuária, melhorando a qualidade de vida do nosso povo .

domingo, 11 de abril de 2010


O jovem sem responsabilidade sofre a perda da liberdade

No dia 13 de abril é comemorado o dia do jovem.

A juventude, segundo a Assembleia Geral das Nações Unidas, é a fase que acontece entre os quinze e vinte e quatro anos de idade, onde o jovem começa a apresentar sinais de maturidade diante da vida.

Nesse período, ocorrem algumas decisões que ficam para a vida toda, como a escolha da profissão, por exemplo. Além disso, as primeiras experiências profissionais, sexuais, o primeiro voto, sair da casa dos pais, dentre outras decisões, irão delimitar o futuro no mesmo.

Os jovens representam mais de um terço da população mundial, o que indica mais esperança de ummundo melhor.

Estudar, namorar, passear, se divertir deve fazer parte da vida dos jovens, pois esses precisam da convivência dos grupos para se integrar de forma correta à sociedade.

O jovem vai, aos poucos, se tornando uma pessoa mais responsável, mais segura de seus atos, tendo inclusive responsabilidades civis pelos mesmos. Se for uma pessoa de bem, responsável, é aceita pela sociedade. Se for uma pessoa rebelde, irresponsável, que não respeita os direitos dos outros e infringe as leis, será punida por isso.

Muitos jovens não têm oportunidades diante da vida, como estudar, ter uma casa e uma família, e se tornam discriminados socialmente. Ficam marginalizados, presos sob as dependências de oportunidades oferecidas pelos governantes, o que não acontece para todos.

Porém, segundo a Constituição Brasileira, todos os jovens têm o direito de receber do Estado: saúde, educação, moradia, oportunidade de trabalho, etc. Dessa forma, vemos que os governantes não cumprem com suas responsabilidades, prejudicando o futuro de muitos jovens.

É importante cobrar dos mesmos os direitos que estão garantidos pela Constituição Federal do país, pois dessa forma os jovens terão melhores oportunidades para suas vidas.

Por Jussara de Barros
Graduada em Pedagogia
Equipe Brasil Escola

quinta-feira, 11 de março de 2010


Jarbas se irrita com Serra e desiste de reunião em SP




Há sete dias, pelo telefone, Jarbas Vasconcelos e José Serra pré-agendaram uma reunião. Ocorreria nesta semana, em São Paulo. Não vai mais acontecer.
Irritado com Serra, um ‘quase-talvez-provável-futuro’ presidenciável do PSDB, Jarbas desistiu do encontro. Perdeu o interesse.
Conversariam sobre a montagem de um palanque oposicionista para Serra em Pernambuco, sob o comando de Jarbas, dissidente do PMDB.
Ao tomar conhecimento, pelos jornais, de que Serra se mantém aferrado à idéia de só virar candidato no início de abril, Jarbas decidiu imitá-lo.
Adiou, também ele, a decisão sobre sua candidatura ao governo pernambucano. Só vai se definir depois que Serra sair do armário.
Caprichoso, Jarbas optou por levar sua decisão ao conhecimento de Serra pela mesma via utilizada pelo tucanato: os jornais. Mandou distribuir uma nota. No texto, escreve:
“Não faz mais sentido me reunir, neste momento, com o governador para tratar do palanque dos partidos de oposição em Pernambuco”.
Por quê? “A prioridade escolhida por Serra é justamente a conclusão a contento da sua passagem pelo governo de São Paulo”.
Portanto, “vou aguardar a desincompatibilização e posterior lançamento da candidatura do governador Serra à Presidência da República”.
Em privado, Jarbas desabafou com um amigo: “Não preciso do Serra pra nada!” Talvez devolva a ligação do governador nesta quinta (11). Na noite passada, a pressa já lhe fugira.

Blog do Josias de Souza

NOTICIAS DO BLOG DA DILMA






RESPOSTA PARA CLÓVIS ROSSI

Na avidez da enxadada em busca de uma minhoca que alimente a anemia eleitoral demotucana, Clóvis Rossi, hoje, na Folha, vai com sede ao pote na crítica a Lula, pelas opiniões relativas a greves de fome em Cuba. Afirma o colunista: ‘não há como discordar do preso político Guillermo Fariñas quando diz que Lula demonstrou seu "comprometimento com a tirania dos Castro’. Mesmo no espaço carimbado da pág 2 da Folha, um pouco mais de rigor jornalístico seria razoável. Vamos lá, Clóvis: Guilhermo Farinas não é preso político, é um dissidente --ressalte-se, tem todo o direito de sê-lo e Carta Maior defende essa prerrogativa; esta é a sua 23º greve de fome; trata-se de um protesto domiciliar, Clóvis; Farinas não está em prisão política alguma, está em sua residência, em Santa Clara, região central de Cuba; tem uma porta-voz, Lisset Zamora, o que indica a existência de um movimento de oposição organizado –repetimos, absolutamente legítimo; Farinas está cercado dos familiares; recebe visitas de médicos, inclusive do Estado cubano; atende a chamadas telefônicas direto de sua casa; dá seguidas entrevistas internacionais a veículos –como a Folha-- interessados, menos, talvez, na causa que ele proclama, e mais na sua utilização para fustigar governos progressistas. Em especial, Clóvis, aqueles que rechaçam o embargo asfixiante imposto pelos EUA contra Cuba, há 47 anos, causando por certo perdas indiretas de milhares de vidas. Esta, sem dúvida, uma ignomínia tolerada pelo filtro complacente que orienta a página 2 da Folha e sua indignação seletiva.
(Carta Maior; 11-03)
Recebi esse belo texto por e-mail. Não sei quem é o autor, mas lhe dou os parabéns.

Editado(a) por Jussara Seixas em 11.3.10 1 Dilmistas comentaram Links:

O que a oposição quer

Carta Maior
Emir Sader*

A definição do candidato e do seu vice não é o maior dos problemas que enfrenta a oposição no Brasil. Este problema aumenta de dimensão porque a oposição não definiu que plataforma pretende propor. Este elemento de fraqueza responde, em parte, pela queda reiterada do apoio a Serra nas pesquisas e pela subida de Dilma.
A oposição frenética que a caracterizou na crise que logrou gerar no governo de 2005 terminou retornando como um bumerangue contra ela, porque acreditou que aquela era a via para derrotar o governo. A linha era “fazer sangrar o governo, até derrubá-lo”. A discussão então era se tentá-lo via impeachment ou pelas eleições presidenciais de 2006.
A realidade concreta recolocou o problema em outros termos: as políticas sociais do governo garantiram sua legitimidade e deslocaram a oposição que, desnorteada, se dividiu entre seguir adiante com a linha de denuncismo e outra que, assimilando o prestígio do governo, afirma que manterá as políticas econômica e social do governo – alegando que teriam sido formuladas pelo governo FHC. No primeiro caso, se deram conta que não significa ganhar apoio popular – salvo de alguns setores da classe média, que já estão aderidos à oposição, incluídos nos 5% que rejeitam o governo -, no segundo, que representa aceitar elementos essenciais do governo atual, tendo dificuldade para diferenciar-se da candidata que representa centralmente a continuidade do governo atual.
O que têm em comum os tucanos, o Dem, o PPS, as empresas privadas da mídia que fazem oposição cerrada ao governo, é o objetivo de tirar o PT do governo. FHC advertia a Aécio – tentando convencê-lo a jogar-se nessa difícil empreitada – de que correm o risco de ficar fora do governo por 16 anos, caso ganhe Dilma. Há a consciência de que será toda uma geração de políticos agora opositores que desapareciam da cena política – entre eles Serra, FHC, Tasso Jereissati. (Grifo do ContrapontoPIG)
O dilema não é fácil. A carta de assumir um projeto neoliberal duro e puro – como fez Alckmin no primeiro turno das eleições de 2006 – é ainda menos popular, com a crise econômica internacional, que ressaltou os riscos desse modelo e reiterou a necessidade de regulação dos mercados e de atuações anticíclicas por parte do Estado. Incorporar os programas do governo Lula é disputar com Dilma numa seara favorável a ela. Como já se disse, a infelicidade de Serra é que, quando o país queria mudar, pelo fracasso do governo FHC, apesar de tentar distanciar-se do governo a que pertenceu o tempo todo, ele representava a continuidade. Agora, que a opinião amplamente majoritária do país quer continuidade, ele teria que representar a mudança. Daí o jogo de palavras de tentar ser “pós-Lula” e não anti-Lula. Mas para que exista um pós, deveria estar esgotado o projeto encarnado pelo governo Lula que, ao que tudo indica, está longe dessa situação.
Tendo nas mãos esse problema, Serra vacila em assumir sua candidatura, a oposição não explicita seu programa, revelando o poder hegemônico conquistado pelo projeto do governo. A capacidade de veto da oposição se esgotou, sem ter conseguido construir um projeto alternativo.

estratégia da unidade na luta

quarta-feira, 10 de março de 2010
Paulo Rocha e sua estratégia eleitoral.
Formado por cerca de 50 lideranças de todo o Estado, o conselho político da maior tendência interna do PT-PA, a Unidade na Luta, estavam reunido neste sábado (06/03) na sede da CNBB, dando processeguimento na estratégia política eleitoral para 2010.

Durante o encontro, foi reafirmada além da candidatura do deputado federal Paulo Rocha para o Senado, a reeleição da governadora Ana Júlia.

Mesmo sem estar na pauta, será inevitável a avaliação da ocupação da casa civil pelo santareno Everaldo Martins, além da repactuação com o núcleo da DS (democracia socialista) no governo, neste poucos dias, passado o terremoto que substituiu um dos pilares no palácio do governo estadual, preservando assim as chances da reeleição de Ana Júlia, como afirmou um integrante da CNB.

Cacique de sobra

A tarefa mais difícil para a reunião será a redução do número de candidaturas que para a ALEPA chegam à 10 e para a camara federal 03 pretendentes, contando com Miriquinho Batista, Carlos Martins e Mário Cardoso que foi definitivamente descartado pela governadora de vir à ser seu indicado para o TCE-PA e hoje está em franca campanha rumo à Brasília.

Niguém pensa, ou pelo menos fala em recuar e por isso o ambiente cristão há de operar milagres no campo do debate.

Entres os pré-candidatos a deputados estaduais, figuram nomes como o do prefeito de São Sebastião da Boa Vista no Marajó, Laércio Pereira, dos vereadores de Belém Adalberto Aguiar, Alfredo Costa e Otávio Pinheiro, do superintendente da Pesca no Pará, Chico da Pesca, do Adjunto da SAGRI, Zé Raimundo entre outros.

Desafios

Paulo Rocha terá pela frente muitos desafios, entre eles, aglutinar interesses para ter toda sua tropa marchando unificada, dentro e fora de seu grupo, e para isso pensa em uma estratégia que permita sua tendência, ter o mesmo êxito que oteve quando lançou 3 candidatos à vereadores e elegeu todos, no último pleito em 2008 para a câmara municipal de Belém.

Para Paulo Rocha, muitos podem até não gostar mas a aliança com o PMDB é fundamental para a continuídade do projeto petista com as alianças, que segundo ele, é o que está possibilitando mudar o Pará e o Brasil.

A Unidade na Luta reune 10 das 27 prefeituras petistas no Estado do Pará e junto com o PT pra Valer e a Articulação Socialista formam o denominado campo "Construíndo um novo Brasil", antigo "campo majoritário" que históricamente comanda o PT no Pará e nacionalmente, abrigando em suas fileiras, nada mais nada menos que Lula e a candidata à sua sucessão, a ministra Dilma Rousseff.
quarta-feira, 10 de março de 2010
Enviado por e-mail pelo líder do governo na Alepa, deputado Airton Faleiro
O deputado Airton Faleiro, líder do Governo na Assembléia Legislativa, disse nesta terça-feira, 09, que o PMDB vai apoiar a aprovação do empréstimo de 193,9 milhões de reais, cujos recursos são destinados aos investimentos em obras do Plano de Aceleração do Crescimento (PAC).

Hoje, enquanto no plenário da Assembléia Legislativa os debates estavam acalorados, nos bastidores o líder da bancada do PMDB, Parsifal Pontes, informava ao líder do Governo, Airton Faleiro, que o partido estava oficializando o apoio a aprovação do empréstimo, conhecido como Pró-Pac.

Parsifal solicitou ao governo que envie informações detalhadas sobre as ações em que o governo vai aplicar os recursos. Airton Faleiro já fez contato com a governadora e as informações já estão sendo providenciadas.

Empréstimo

Na sessão desta terça-feira, 09, o clima esquentou no plenário da Alepa por causa da movimentação do governo para a aprovação do empréstimo de 366 milhões.

O governo tem procurado apoio junto aos prefeitos, partidos políticos e parlamentares, o que tem provocado reações de alguns parlamentares, que qualificam isso como pressão do Executivo.

“Considero natural e aceitável os dois movimentos. Se por um lado, aqueles que questionam, condicionam e até são contra a aprovação do projeto, estão se manifestando na defesa de suas idéias e posicionamentos, não vejo nenhum problema o governo fazer a sua movimentação em favor da aprovação do projeto ( do empréstimo). Quero assegurar que, em todas as conversas que tive com a governadora, ela tem reiterado o seu pedido para que aprovemos o projeto”, disse Airton Faleiro.

Ainda expressando afirmações da governadora, Airton Faleiro disse que Ana Júlia, quer a aprovação do empréstimo, mas de forma respeitosa e acreditando sempre no compromisso que a Assembléia Legislativa tem com o povo do Pará. “ Não esperem que o governo vá se prestar ao serviço de jogar a opinião pública contra o Poder Legislativo. A governadora continua otimista na busca do entendimento político com os parlamentares, que é o melhor caminho para a aprovação do empréstimo”, disse.

Prefeitos – Na busca de atender à principal crítica ao governo, por parte dos parlamentares, que querem a especificação da aplicação dos recursos de 366 milhões, e que também questionam a aprovação do empréstimo, o governo começou a semana reunindo com presidentes de associações de municípios e a Federação Estadual dos Municípios.

Na reunião o governo submeteu ao conhecimento dos dirigentes e prefeitos, a planilha que detalha a aplicação dos recursos e também recebeu sugestões para a aplicação dos recursos. A principal delas foi o pedido dos prefeitos para elevar o valor destinado aos convênios com as prefeituras, hoje orçado em 30 milhões e a garantia que os 144 municípios paraenses sejam contemplados.

“Vamos levar essas sugestões à governadora, mas, pelo que observei da equipe do governo, este aumento no repasse aos municípios deve ser atendido, bem como a garantia do atendimento dos 144 municípios”, disse Airton Faleiro.

Participaram da reunião os secretários de Estado, André Farias, Integração Regional, Edilson Rodrigues, Secretaria de Governo e o chefe da Casa Civil, Everaldo Martins e mais de 20 prefeitos. Representando a Federação Estadual dos Municípios, estava o prefeito de Moju, Iran Lima.

O próximo passo do governo é reunir com a Assembléia Legislativa para discutir a planilha. “Vou conversar com o presidente da Casa (Domingos Juvenil) e líderes partidários para combinar a melhor forma de discutir o assunto. Pode ser com as bancadas, inclusive da oposição, ou então com os líderes partidários, em uma única reunião. O caso é que o governo vai submeter ao Poder Legislativo à apreciação da planilha com destinação dos recursos”.

Oposição - O líder do governo conversou com o líder do PSDB, José Megale, que sugeriu uma reunião com os líderes partidários da Casa, para fazer um balanço do cumprimento da agenda de acordos feitos pelo governo com as bancadas. “ Megale lembrou que acordo é para ser cumprido, fazendo referência ao acordo feito entre o governo e os líderes de partidos, no final do ano, garantido que o projeto ( do empréstimo), viria para a pauta no início dos trabalhos e que vai propor aos líderes que o acordo seja cumprido e quem quiser votar contra ou a favor que vote, mas que o projeto venha para a pauta”, afirmou Airton Faleiro
Postado por Agente 13 às 11:16 0 comentários
O Desespero do PSDB e a Veja!
Nesta semana, a revista Veja vem novamente tentar colocar o PT em evidência, demonstrando o desespero que começa a tomar conta do núcleo dirigente da candidatura de Serra para a presidência da república. Atordoados com a queda nas pesquisas de intenção de voto do tucano, somado ao crescimento da candidatura de Dilma, e ao mesmo tempo, pela excepcional aprovação do governo Lula, a Veja começa a dar uma pista de como poderá ser o embate em outubro.

Intimidados com o sucesso do governo de Lula, o PSDB se tornou um ninho de discórdia, divididos entre os que defendem um confronto direto dos governos de Lula x FHC, em atendimento á vaidade de FHC que não suporta a idéia de que o seu governo fora inferior ao de Lula e os que defendem uma postura de olhar pra frente, discutir o futuro e, como tudo indica, vincular o governo do PT a uma imagem de corrupção, posto que os ataques a Lula, ao que parece, lhe trariam pouco benefícios.

A bem da verdade, o que parece estar acontecendo com o PSDB, é um “choque de realidade”, de repente a “Agenda Neoliberal”, outrora cantada em prosa e verso como a solução para os problemas do subdesenvolvimento do mundo, ficou defasada, ultrapassada, ou seja, a doutrina da social democracia que se alia ao liberalismo para produzir a falaciosa “modernização” do estado, de uma hora para outra, faliu, morreu.

Como desgraça que é desgraça nunca chega só, não bastasse perder o discurso da agenda neoliberal, junto com isso, outro ícone da falácia do PSDB também desmorona repentinamente, desta feita, o discurso da eficiência na gestão pública.

De um lado, o governo federal dá demonstração inequívoca de que a boa prática de gestão pública não negligencia os problemas históricos da sociedade brasileira, foi assim com a infraestrutura, com a segurança, com a educação, com a pobreza, com a corrupção, com o resgate de cidadania, entre outros temas, foram lançados vários programas de políticas públicas em todas as áreas de atuação do governo e resultado está, não só na aprovação interna do governo Lula, mas também no papel importante que o país assumiu nesses últimos anos na comunidade internacional. O Brasil passou a ser respeitado, ouvido e ainda, copiado.

Por outro lado, os governos estaduais administrados pelos Tucanos, sempre usados como exemplo de eficiência, demonstraram suas verdadeiras faces, da mentira e da enganação. No estado de São Paulo, por exemplo, bastou uma condição climática mais severa para que as mazelas de um governo enganoso viessem à tona.

Aqui no Pará, quando assumimos o governo, nos deparamos com uma máquina pública propositadamente destruída, só o que existia era a propaganda da falaciosa eficiência tucana. Temos o exemplo do abandono do Programa Alvorada, da caótica situação da COSANPA e da COHAB, que hoje, no nosso governo, são referencia nacional na captação de recursos do PAC, pra ficar só por aqui.

Portanto, a última cartada que resta para os tucanos, é apostar suas fichas no discurso da “austeridade”, que eles também empunham de forma desavergonhada.

Eleição é sempre uma surpresa, apostar nesse debate do quem rouba mais é sempre um risco muito grande, para o país inclusive, vamos ver se é esse realmente o preço que o PSDB quer pagar. Vamos aguardar !!
Postado por Vicente Cidade às 13:20 0 comentários Links para esta postagem

terça-feira, 9 de março de 2010
Cenários eleitorais para 2010



Numa eleição, é fácil saber como se começa, mas é extremamente difícil prevê como terminará. Tenho acompanhado a evolução dos cenários traçados por algumas pessoas na blogoesfera, mais, confesso que ainda não consegui me convencer de que haja uma tendência do PMDB a investir numa candidatura própria.

Na postagem que publiquei aqui, com título de “A Escolha de Barbalho”, aponto alguns motivos pelos quais acredito que o Dep. Federal Jader Barbalho assumiria um grande risco político se mantiver sua candidatura ao governo. Riscos esses que a cada dia ficam mais evidentes, tais como o resultado do julgamento do pedido de relaxamento da prisão do governador Arruda, por exemplo, que demonstrou sutilmente uma cerca tendência daquele colegiado em dar novas sinalizações para a sociedade, quanto à corrupção na esfera política.

Ao meu ver, a grande maioria das análises que colocam Jader como candidato a governador, ou relevam esse fato, ou acreditam na banalização da corrupção no jogo eleitoral, ou seja, o retorno do velho jargão do “Rouba mas faz”, o que eu particularmente não acredito.

Do ponto de vista do cenário eleitoral do estado, a aliança propalada que poderia envolver PMDB, PTB, DEM, PR e PDT, poderia eventualmente fortalecer nomes como o de Duciomar, Valéria/Vic, Anivaldo/Lúcio Vale, para uma possível disputa contra o Helder Barbalho em 2014. Por outro lado, partindo do princípio de que Jader não seja o candidato, que vantagem teria o PMDB em lançar outro nome e com isso, de carona, viabilizar a candidatura de Jatene do PSDB, inclusive indo de encontro a estratégia nacional de apoio à Dilma?

Concretamente, se o PMDB apoiar a reeleição da gavernadora Ana Júlia, o cenário para 2014 estará, aparentemente, mais controlado, em tese PT e PMDB sairiam fortalecidos e ambos teriam condições de disputar as eleições de 2014, em condições de igualdade, ou seja, com novas lideranças propostas à sociedade.
Postado por Vicente Cidade às 15:52 0 comentários Links para esta postagem
Hoje superamos 1.000 acessos. Obrigado galera!
Bom dia a todos os companheiros que compartilham desse blog comigo. Hoje, ainda com menos de dois meses de blogoesfera, já ultrapassamos os 1.000 acessos. Devo dizer que é grande a minha surpresa por essa marca, embora nunca tenha duvidado do poder excepcional que esta mídia possui, mas, sendo este um blog comum, sem grandes atrativos, fico realmente muito feliz que, de alguma forma, esteja contribuindo, comk minhas idéias,para fomentar um debate político com nossos leitores.
Obrigados a todos e continuem vindo por aqui. U

terça-feira, 2 de março de 2010




A governadora Ana Júlia Carepa deu posse, na noite desta segunda-feira (1), aos secretários de Estado de Desenvolvimento Urbano, José de Andrade Rayol; Cultura, Cincinato Júnior Marques; e Casa Civil, o médico santareno Everaldo Martins Filho. Os secretários anteriores destas pastas, Suely Oliveira, Edilson Moura e Cláudio Puty foram nomeados assessores especiais e continuam colaborando com o governo.
O secretário de Transportes Waldir Ganzer também deixará o cargo e retornará à Assembléia Legislativa, para reassumir seu mandato. A substituição não ocorreu nesta segunda para não interromper as negociações em curso na Assembléia Legislativa, coordenadas pelo líder do governo, Airton Faleiro, em torno da autorização de empréstimos, como os R$ 366 milhões do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) para obras em andamento.
A posse dos novos secretários foi acompanhada por representantes de movimentos sociais e políticos, presidentes de agremiações partidárias, secretários de Estado, representantes de instituições públicas e servidores. O ministro-chefe das Relações Institucionais da Presidência da República, Alexandre Padilha, também prestigiou o evento,
A governadora explicou que os secretários substituídos cumprirão outras tarefas no governo e quanto mais cedo se engajarem nessas novas atribuições melhor para que alcancem o sucesso desejado.
A governadora agradeceu a dedicação e o empenho dos auxiliares que deixam as funções e disse sentir orgulho de ter nomeado para a Cultura o melhor secretário que o Pará já teve. Edilson Rodrigues deu ênfase à interiorização da cultura e aos pontos de cultura, que já chegaram a 35 municípios, às 35 salas de cinema comunitário e à reforma do Palácio Lauro Sodré e da Catedral de Belém.
Ana Júlia referiu-se à Suely Oliveira como uma guerreira e revelou que ela foi uma das pessoas a apoiar sua primeira campanha pública. Suely Oliveira lembrou que, quando assumiu a Sedurb, a secretaria só tinha o nome. Havia apenas três servidores efetivos e logo no primeiro dia da sua gestão uma sala pegou fogo por falta de manutenção na rede elétrica. Segudo ela, hoje a Sedurb mantém obras em mais de 100 municípios, seja com projetos de urbanização ou saneamento.
Sobre o secretário Cláudio Puty, a governadora lembrou que sempre esteve presente nas lutas sociais e na construção do PT, apoiando-a na disputa eleitorial aos diversos cargos a que ela se candidatou. Ana Júlia lembrou que, em determinado período, ele se afastou para concluir sua formação acadêmica, mas não hesitou quando convocado a compor o Governo Popular.
No primeiro ano de governo, Puty coordenou a elaboração de projetos, muitos deles incluídos no Programa de Aceleração do Crescimento, e a captação de recursos para financiá-los. Foi o responsável pela relação de diálogo permanente com os movimentos sociais e pela consolidação de uma ampla base política de sustentação ao Governo Popular. Ele se colocou à disposição do novo titular da Casa Civil, Everaldo Martins, e conclamou a todos à defesa das conquistas do Governo Popular.
Everaldo Martins disse que se sente orgulhoso por ter sido convocado pela governadora Ana Júlia para assumir a Casa Civil de um governo que tem compromisso com o povo. "Não são apenas palavras, mas ações, obras e idéias que são materializadas". Os deputados estaduais da base aliada manifestaram apoio aos novos secretários por meio de uma mensagem escrita pelo deputado estadual Airton Faleiro, líder do governo na Assembleia.
O ministro Alexandre Padilha, que morou no Pará por muitos anos, fez questão de prestigiar a posse. Segundo ele, a cara do presidente Lula no Pará é a mesma cara do governo Ana Júlia. Ele encorajou os novos titulares a defender as realizações do governo, a não deixar nenhuma crítica sem resposta, porque "ninguém tem moral para dizer que fez melhor ou que tem um projeto melhor que o de Ana Júlia".
Padilha recomendou a Everaldo Martins manter o diálogo permanente com os movimentos sociais, Assembléia Legislativa, especialmente nesse momento em que o governo negocia a concessão de um empréstimo. Ele defendeu a aprovação da matéria dizendo que não é possível que o Pará seja o único estado a não captar esses recursos, disponibilizados pelo governo federal por causa da crise econômica internacional que provocou estragos na arrecadação e nos repasses do governo federal.
Na avaliação da governadora Ana Júlia, Everaldo Martins é firme em suas convicções, tem experiência e saberá usar de bom-senso no trabalho do convencimento político. "O diálogo é melhor caminho para fazermos grandes alianças e continuarmos a transformação iniciada no nosso governo".

Postado por Mov. Solidariedade no ASSOCIAÇÃO DOS MORADORES DO BAIRRO DO MARCO - AMBAM. em 3/02/2010 12:11:00 PM



Na tarde deste sábado, 27, em Redenção, a governadora Ana Júlia Carepa participou de um almoço de apresentação das obras de construção do Frigorífico Minerva. Segunda maior empresa produtora de carnes do país, o frigorífico está se instalando na região sul do Estado, grande produtora de gado.
A instalação deste pólo na região representa mais um passo na verticalização da produção, pois agora o rebanho paraense passa a ser comercializado já na forma de produto final, aumentando o seu valor de mercado. A governadora saudou a chegada desta planta frigorífica ao Estado. "Nosso empenho é atrair empresas e promover o desenvolvimento do Estado", disse a governadora ao ouvir a apresentação dos objetivos do grupo, feita pelo presidente do Frigorífico Minerva, Edivar Vilela.
Na oportunidade a governadora assinou o decreto que regulamenta a política estadual de regularização fundiária das terras públicas do Estado. Somado aos demais mecanismos já implementados, o decreto permitirá aos pequenos e grandes proprietários de terra a titulação de suas terras, garantindo o acesso ao crédito e o licenciamento ambiental. Estas medidas do governo do Estado afastam definitivamente o perigo do embargo da carne. "Fui a São Paulo e reuni com a Associação Brasileira de Supermercadistas - Abras - para quebrar a resistência do grupo WalMart para a compra da carne paraense", lembrou.
"Gostaria de parabenizá-la pela sua postura contundente na defesa dos produtores de carne", disse Luciano Guedes, vice-presidente da Faepa e prefeito de Pau D'arco, fazendo referência ao episódio. "Somente no Pará dispomos de uma legislação ambiental que garante aos produtores a legalização para que possamos produzir dentro da lei, com garantias institucionais de defender a qualidade do nosso produto e seu respeito no mercado nacional e internacional".
Após a assinatura do decreto, estabelecendo uma prática que não acontecia há 40 anos no Pará, a governadora foi aplaudida de pé pelos quase 400 pecuaristas presentes à cerimônia.
A governadora mencionou ainda, como parte do esforço do governo estadual em promover o desenvolvimento, o investimento em logística. Seu governo, lembrou, tem atuado continuamente para a garantia da pavimentação das rodovias Transamazônica e Santarém-Cuiabá, a conclusão das eclusas de Tucuruí, a perenização da navegação fluvial de Marabá até o porto de Vila do Conde via hidrovia do Tocantins, a construção do Porto Público de Marabá. Ela citou ainda, no que foi bastante aplaudida, o estabelecimento de uma linha marítima entre Vila do Conde e a Venezuela, grande compradora de nossa carne.
Levi Menezes - Secom


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Postado por Mov. Solidariedade no ASSOCIAÇÃO DOS MORADORES DO BAIRRO DO MARCO - AMBAM. em 3/02/2010 12:18:00 PM

NOTICIAS DO JORNAl o globo

Eleições 2010
Em busca de estratégia, tucanos vão aproveitar festa em Minas para tentar criar fato em torno de Serra e Aécio
Publicada em 02/03/2010 às 00h03m Jornal O Globo
Gerson Camarotti, Adriana Vasconcelos e Wagner Gomes
-BRASÍLIA e SÃO PAULO - Diante da queda das intenções de votos no governador José Serra na disputa presidencial, a cúpula do PSDB já prepara dois movimentos: um para acabar com as dúvidas em torno da candidatura do paulista e outro para tentar assegurar o governador mineiro, Aécio Neves, como vice na chapa. A oposição pretende aproveitar a cerimônia de inauguração da nova sede do governo de Minas Gerais, marcada para a quinta-feira, para tentar deflagrar uma reação ao crescimento da candidata petista, Dilma Rousseff.
Mas, atordoado com o resultado da última pesquisa Datafolha, que aponta uma queda de 14 para apenas quatro pontos da vantagem de Serra em relação a Dilma - ele hoje teria 32% e ela, 28% - , o PSDB ainda não tem uma estratégia para reverter esse quadro negativo ao longo da campanha eleitoral.
Serra já confirmou presença no evento em Minas, mas existe o temor entre seus aliados de que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva compareça à cerimônia e atrapalhe a festa tucana. ( Leia também: Lula diz que governo de Dilma terá a cara dela )
- Esse encontro em Minas deve funcionar como um clamor nacional para que Aécio seja o vice - disse a vice-presidente nacional do PSDB, senadora Marisa Serrano (MS).
O presidente nacional do PSDB, senador Sérgio Guerra (PE), minimizou as últimas declarações de Aécio, que nesta segunda-feira negou a possibilidade de compor uma chapa puro-sangue , alegando ser mestiço.
- Já ouvi isso há um ano, que ele (Aécio) não vai ser candidato a vice. Claro que se Aécio quisesse ser vice, ajudaria - ponderou Guerra.
Para aliados, Serra deve manter operação 'nervos de aço'
Serra enfrenta o desgaste decorrente das enchentes em São Paulo. O próximo programa partidário do PSDB só deverá ir ao ar na segunda quinzena de junho, enquanto sua adversária permanecerá com grande destaque na mídia com ações de governo durante todo o mês de março.
" Serra tem de fazer um gesto claro nesta direção sem dizer que é candidato "
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- Serra tem de fazer um gesto claro nesta direção sem dizer que é candidato. Ele tem de ratificar essa posição com alguns gestos, e o partido tem de se mobilizar como se Serra já fosse candidato - defendeu o deputado Jutahy Júnior (PSDB-BA), um dos principais interlocutores de Serra.
- As forças que apoiam a candidatura do governador José Serra têm duas opções: ou se mobilizam para a luta ou serão superadas. Os partidos de oposição estão sendo desafiados para a luta - reforçou Guerra.
Pessoas próximas a Serra não acreditam na antecipação do lançamento de candidatura. Para eles, o governador paulista deve manter a operação "nervos de aço" para resistir à pressão de se lançar candidato à Presidência da República logo. Pessoas próximas a ele não acreditam na antecipação do lançamento de candidatura, mesmo depois das recentes pesquisas.
" Desde dezembro, o governador sofre pressão. Mas ele não deve abrir mão da operação nervos de aço "
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- Desde dezembro, o governador sofre pressão dentro e fora do partido para antecipar a sua candidatura. Mas ele não deve abrir mão da operação nervos de aço para se manter firme em seu propósito - disse um aliado próximo ao governador.
A expectativa é que Serra anuncie sua candidatura à Presidência só no fim do prazo para se desincompatibilizar do cargo. Até lá, subirá em palanques para entregar obras. O governador tem dedicado boa parte de sua semana em viagens pelo interior de São Paulo.

NOTÍCIAS DE POLITICA PARA POLITICOS

Nelson Jobim, Delfim Netto, Mangabeira Unger e Henrique Meirelles iniciam estudos para plano de governo
O presidente da Câmara e provável vice na chapa da petista Dilma Rousseff à Presidência, Michel Temer afasta a possibilidade de o PMDB perder espaço nas eleições com o crescimento da ministra da Casa Civil nas pesquisas.

Temer articula para ser o vice na chapa da petista Dilma Rousseff à Presidência/Foto: Antônio Cruz/ABr
"Nem se cogita nesse sentido", disse Temer num encontro com empresários em São Paulo. Temer disse ainda que hoje haverá um encontro entre ele, o ex-ministro da Fazenda Delfim Netto, o ministro Nelson Jobim, o ex-ministro da Secretaria de Assuntos Estratégicos Mangabeira Unger e o presidente do Banco Central, Henrique Meirelles, para começar a formular um plano de governo do PMDB. E observou que “nós vamos fundir os programas do PT e PMDB (mais para frente), disse o presidente da Câmara.
Dilma indica
O deputado Michel Temer anunciou em São Paulo, que caberá à ministra Dilma Rousseff, indicar o vice da chapa petista. Ele é cotado. "A vice-presidência é uma questão de circunstância. Depende do momento em que a candidata, já anunciada, indicar o nome mais conveniente", disse ele em Pinheiros, zona oeste da capital paulista. A indicação deve ocorrer em abril ou maio e a decisão será confirmada na convenção nacional do PMDB em junho.
Já avançando um pouco, Temer reúne-se hoje com os ministros Nelson Jobim e Mangabeira Unger e com o presidente do Banco Central, Henrique Meirelles, para começar a formular um plano de governo do PMDB.
O caso Arruda
A Procuradoria da Câmara Legislativa do Distrito Federal concluiu parecer fixando o prazo de até o início da segunda votação em plenário do processo de impeachment para que o governador José Roberto Arruda renunciar ao mandato evitando a cassação e a perda dos direitos políticos. Assim Arruda só deve se manifestar na Câmara de Brasília sobre a renúncia em abril.
A Câmara Legislativa adiou para quinta-feira a votação do parecer aprovado pela comissão especial que pede o impeachment de Arruda. No mesmo dia, o STF julga o pedido de liberdade de Arruda, preso desde o dia 11 de fevereiro na Polícia Federal.
Na sessão de hoje, os deputados distritais devem fazer a leitura do parecer. Se o texto for aprovado pelo plenário, com o voto de 13 dos 24 distritais, abre-se um prazo de 20 dias para a defesa do governador. Aí um novo parecer terá que ser elaborado para ser votado novamente pela comissão especial. Aprovado, o texto segue para o plenário.

Os ‘despolitizados’

Vermelho: Em artigo publicado em seu blog, Eduardo Guimarães se mostra preocupado com os
"despolitizados". Confira:Fico me perguntando se é normal que a política seja feita como se faz nas Américas. Da Patagônia ao Alasca – com exceção, talvez, do Canadá –, é tudo na base da demonização mútua entre os postulantes.
Um lado diz que o outro representa a derrocada da nação. Tenta-se assustar o eleitorado com a possibilidade de vitória do adversário. Não há respeito entre os políticos e as mídias tratam de pôr lenha na fogueira.
O que resulta disso é esse debate raso que vemos, que faz tudo menos esclarecer o eleitorado.
A incivilidade do debate político que é travado nesta parte do mundo, é desoladora. Tenta-se induzir o cidadão a votar movido por sentimentos, jamais pela razão. E são sempre sentimentos negativos.
Isso sem falar no ridículo das análises da grande mídia. No sábado, logo que saiu a pesquisa Datafolha, li um comentarista, no site do Estadão, que escreveu um texto imenso para “provar” que Dilma e Serra não tinham aparecido empatados no limite da margem de erro.
A imprensa que temos não ajuda em absolutamente nada, pois. Só noticia picuinhas e acusações que, de cada dez, onze não dão em nada. Aliás, o caso Arruda foi o único, em muito tempo, que fugiu à regra.
E é a mesma coisa na Argentina, no México ou nos Estados Unidos. Tudo movido por uma união continental de empresários de mídia que enfiaram na cabeça que podem escolher um lado na política e elegê-lo.
Não que já não tenha sido assim. Era, mas não é mais – e faz tempo.
Há momentos em que, ao me ver em meio a tudo isso, sinto-me meio ridículo. Aliás, essa maioria supostamente despolitizada olha para os que gastam tempo com essas arengas como se estivesse olhando para ETs. E não dá a menor bola.
Se existe uma pregação que convence cada vez menos gente, é a pregação política. Sobretudo a pregação política disfarçada de jornalismo.
E, querem saber?, acho que esses “despolitizados” entendem muito mais de política do que qualquer um de nós, os supostamente “politizados”. Eles já aprenderam a não dar bola à política e a votarem com base no que estão vendo.
Claro que, às vezes, não olham direito e votam errado. Mas, pelo menos, erram sozinhos.

Editado(a) por DANIEL PEARL em 1.3.10 0 Dilmistas comentaram Links:

SERRA DESPENCA NAS PESQUISAS

E agora José? E agora FHC? - banner: Lili Abreu

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