quarta-feira, 24 de novembro de 2010
BLOG DO VICENTE CIDADE: Rapidinhas !!
Blog da Ana Júlia: Saúde, SUS e CPMF
Blog da Ana Júlia: Mancada
Cláudio Puty: Câmbio e inflação
segunda-feira, 22 de novembro de 2010
quinta-feira, 18 de novembro de 2010
domingo, 29 de agosto de 2010
quinta-feira, 26 de agosto de 2010
quarta-feira, 14 de abril de 2010

" Semana do INDIO eu não poderia deixar de postar esta belíssima obra, é extensa mais é muito profunda, tente ler"Em 1855, o cacique Seattle, da tribo Suquamish, do Estado de Washington, enviou esta carta ao presidente dos Estados Unidos (Francis Pierce), depois de o Governo haver dado a entender que pretendia comprar o território ocupado por aqueles índios. Faz já mais de cento e cinquenta anos. Mas o desabafo do cacique tem uma incrível atualidade. A carta:

MAIS APOIO AOS AGRICULTORES DO MUNICÍPIO DE SANTA LUZIA DO PARA
No dia 12/04/2010, no gabinete do prefeito, aconteceu à assinatura do convênio celebrado entre a Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural- IDATAM e a Prefeitura Municipal. Naquela ocasião, aconteceu a assinatura do termo de cooperaçao técnica firmado entre ambas as partes.
O IDATAM assume um papel inédito no município, que é levar para a zona rural, assistência técnica e acompanhamento aos produtores rurais, acesso ao crédito, curso de capacitação e treinamento, além de elaboração de projetos para captação de recursos nas atividades agrícolas. Agora no município, além da EMATER fazendo o trabalho de acompanhamento aos produtores rurais, também poderemos contar com a equipe técnica do IDATAM, que conta com dois técnicos em agropecuária permanentes na cidade, que ficarão situados no escritório da Secretaria Municipal de Agricultura, que junto com a secretária de Agricultura SOANE CASTRO, que também é engenheira Agrônoma, formam uma grande equipe para trabalhar no desenvolvimento da agricultura familiar, elevando o conceito de organização da produção, comercialização, transferência de tecnologia e principalmente, através de produção agropecuária, melhorando a qualidade de vida do nosso povo .
domingo, 11 de abril de 2010
O jovem sem responsabilidade sofre a perda da liberdade
No dia 13 de abril é comemorado o dia do jovem.
A juventude, segundo a Assembleia Geral das Nações Unidas, é a fase que acontece entre os quinze e vinte e quatro anos de idade, onde o jovem começa a apresentar sinais de maturidade diante da vida.
Nesse período, ocorrem algumas decisões que ficam para a vida toda, como a escolha da profissão, por exemplo. Além disso, as primeiras experiências profissionais, sexuais, o primeiro voto, sair da casa dos pais, dentre outras decisões, irão delimitar o futuro no mesmo.
Os jovens representam mais de um terço da população mundial, o que indica mais esperança de ummundo melhor.
Estudar, namorar, passear, se divertir deve fazer parte da vida dos jovens, pois esses precisam da convivência dos grupos para se integrar de forma correta à sociedade.
O jovem vai, aos poucos, se tornando uma pessoa mais responsável, mais segura de seus atos, tendo inclusive responsabilidades civis pelos mesmos. Se for uma pessoa de bem, responsável, é aceita pela sociedade. Se for uma pessoa rebelde, irresponsável, que não respeita os direitos dos outros e infringe as leis, será punida por isso.
Muitos jovens não têm oportunidades diante da vida, como estudar, ter uma casa e uma família, e se tornam discriminados socialmente. Ficam marginalizados, presos sob as dependências de oportunidades oferecidas pelos governantes, o que não acontece para todos.
Porém, segundo a Constituição Brasileira, todos os jovens têm o direito de receber do Estado: saúde, educação, moradia, oportunidade de trabalho, etc. Dessa forma, vemos que os governantes não cumprem com suas responsabilidades, prejudicando o futuro de muitos jovens.
É importante cobrar dos mesmos os direitos que estão garantidos pela Constituição Federal do país, pois dessa forma os jovens terão melhores oportunidades para suas vidas.
Por Jussara de Barros
Graduada em Pedagogia
Equipe Brasil Escola
quinta-feira, 11 de março de 2010
Jarbas se irrita com Serra e desiste de reunião em SP
Há sete dias, pelo telefone, Jarbas Vasconcelos e José Serra pré-agendaram uma reunião. Ocorreria nesta semana, em São Paulo. Não vai mais acontecer.
Irritado com Serra, um ‘quase-talvez-provável-futuro’ presidenciável do PSDB, Jarbas desistiu do encontro. Perdeu o interesse.
Conversariam sobre a montagem de um palanque oposicionista para Serra em Pernambuco, sob o comando de Jarbas, dissidente do PMDB.
Ao tomar conhecimento, pelos jornais, de que Serra se mantém aferrado à idéia de só virar candidato no início de abril, Jarbas decidiu imitá-lo.
Adiou, também ele, a decisão sobre sua candidatura ao governo pernambucano. Só vai se definir depois que Serra sair do armário.
Caprichoso, Jarbas optou por levar sua decisão ao conhecimento de Serra pela mesma via utilizada pelo tucanato: os jornais. Mandou distribuir uma nota. No texto, escreve:
“Não faz mais sentido me reunir, neste momento, com o governador para tratar do palanque dos partidos de oposição em Pernambuco”.
Por quê? “A prioridade escolhida por Serra é justamente a conclusão a contento da sua passagem pelo governo de São Paulo”.
Portanto, “vou aguardar a desincompatibilização e posterior lançamento da candidatura do governador Serra à Presidência da República”.
Em privado, Jarbas desabafou com um amigo: “Não preciso do Serra pra nada!” Talvez devolva a ligação do governador nesta quinta (11). Na noite passada, a pressa já lhe fugira.
Blog do Josias de Souza
NOTICIAS DO BLOG DA DILMA
RESPOSTA PARA CLÓVIS ROSSI
Na avidez da enxadada em busca de uma minhoca que alimente a anemia eleitoral demotucana, Clóvis Rossi, hoje, na Folha, vai com sede ao pote na crítica a Lula, pelas opiniões relativas a greves de fome em Cuba. Afirma o colunista: ‘não há como discordar do preso político Guillermo Fariñas quando diz que Lula demonstrou seu "comprometimento com a tirania dos Castro’. Mesmo no espaço carimbado da pág 2 da Folha, um pouco mais de rigor jornalístico seria razoável. Vamos lá, Clóvis: Guilhermo Farinas não é preso político, é um dissidente --ressalte-se, tem todo o direito de sê-lo e Carta Maior defende essa prerrogativa; esta é a sua 23º greve de fome; trata-se de um protesto domiciliar, Clóvis; Farinas não está em prisão política alguma, está em sua residência, em Santa Clara, região central de Cuba; tem uma porta-voz, Lisset Zamora, o que indica a existência de um movimento de oposição organizado –repetimos, absolutamente legítimo; Farinas está cercado dos familiares; recebe visitas de médicos, inclusive do Estado cubano; atende a chamadas telefônicas direto de sua casa; dá seguidas entrevistas internacionais a veículos –como a Folha-- interessados, menos, talvez, na causa que ele proclama, e mais na sua utilização para fustigar governos progressistas. Em especial, Clóvis, aqueles que rechaçam o embargo asfixiante imposto pelos EUA contra Cuba, há 47 anos, causando por certo perdas indiretas de milhares de vidas. Esta, sem dúvida, uma ignomínia tolerada pelo filtro complacente que orienta a página 2 da Folha e sua indignação seletiva.
(Carta Maior; 11-03)
Recebi esse belo texto por e-mail. Não sei quem é o autor, mas lhe dou os parabéns.
Editado(a) por Jussara Seixas em 11.3.10 1 Dilmistas comentaram Links:
O que a oposição quer
Carta Maior
Emir Sader*
A definição do candidato e do seu vice não é o maior dos problemas que enfrenta a oposição no Brasil. Este problema aumenta de dimensão porque a oposição não definiu que plataforma pretende propor. Este elemento de fraqueza responde, em parte, pela queda reiterada do apoio a Serra nas pesquisas e pela subida de Dilma.
A oposição frenética que a caracterizou na crise que logrou gerar no governo de 2005 terminou retornando como um bumerangue contra ela, porque acreditou que aquela era a via para derrotar o governo. A linha era “fazer sangrar o governo, até derrubá-lo”. A discussão então era se tentá-lo via impeachment ou pelas eleições presidenciais de 2006.
A realidade concreta recolocou o problema em outros termos: as políticas sociais do governo garantiram sua legitimidade e deslocaram a oposição que, desnorteada, se dividiu entre seguir adiante com a linha de denuncismo e outra que, assimilando o prestígio do governo, afirma que manterá as políticas econômica e social do governo – alegando que teriam sido formuladas pelo governo FHC. No primeiro caso, se deram conta que não significa ganhar apoio popular – salvo de alguns setores da classe média, que já estão aderidos à oposição, incluídos nos 5% que rejeitam o governo -, no segundo, que representa aceitar elementos essenciais do governo atual, tendo dificuldade para diferenciar-se da candidata que representa centralmente a continuidade do governo atual.
O que têm em comum os tucanos, o Dem, o PPS, as empresas privadas da mídia que fazem oposição cerrada ao governo, é o objetivo de tirar o PT do governo. FHC advertia a Aécio – tentando convencê-lo a jogar-se nessa difícil empreitada – de que correm o risco de ficar fora do governo por 16 anos, caso ganhe Dilma. Há a consciência de que será toda uma geração de políticos agora opositores que desapareciam da cena política – entre eles Serra, FHC, Tasso Jereissati. (Grifo do ContrapontoPIG)
O dilema não é fácil. A carta de assumir um projeto neoliberal duro e puro – como fez Alckmin no primeiro turno das eleições de 2006 – é ainda menos popular, com a crise econômica internacional, que ressaltou os riscos desse modelo e reiterou a necessidade de regulação dos mercados e de atuações anticíclicas por parte do Estado. Incorporar os programas do governo Lula é disputar com Dilma numa seara favorável a ela. Como já se disse, a infelicidade de Serra é que, quando o país queria mudar, pelo fracasso do governo FHC, apesar de tentar distanciar-se do governo a que pertenceu o tempo todo, ele representava a continuidade. Agora, que a opinião amplamente majoritária do país quer continuidade, ele teria que representar a mudança. Daí o jogo de palavras de tentar ser “pós-Lula” e não anti-Lula. Mas para que exista um pós, deveria estar esgotado o projeto encarnado pelo governo Lula que, ao que tudo indica, está longe dessa situação.
Tendo nas mãos esse problema, Serra vacila em assumir sua candidatura, a oposição não explicita seu programa, revelando o poder hegemônico conquistado pelo projeto do governo. A capacidade de veto da oposição se esgotou, sem ter conseguido construir um projeto alternativo.
estratégia da unidade na luta
Paulo Rocha e sua estratégia eleitoral.
Formado por cerca de 50 lideranças de todo o Estado, o conselho político da maior tendência interna do PT-PA, a Unidade na Luta, estavam reunido neste sábado (06/03) na sede da CNBB, dando processeguimento na estratégia política eleitoral para 2010.
Durante o encontro, foi reafirmada além da candidatura do deputado federal Paulo Rocha para o Senado, a reeleição da governadora Ana Júlia.
Mesmo sem estar na pauta, será inevitável a avaliação da ocupação da casa civil pelo santareno Everaldo Martins, além da repactuação com o núcleo da DS (democracia socialista) no governo, neste poucos dias, passado o terremoto que substituiu um dos pilares no palácio do governo estadual, preservando assim as chances da reeleição de Ana Júlia, como afirmou um integrante da CNB.
Cacique de sobra
A tarefa mais difícil para a reunião será a redução do número de candidaturas que para a ALEPA chegam à 10 e para a camara federal 03 pretendentes, contando com Miriquinho Batista, Carlos Martins e Mário Cardoso que foi definitivamente descartado pela governadora de vir à ser seu indicado para o TCE-PA e hoje está em franca campanha rumo à Brasília.
Niguém pensa, ou pelo menos fala em recuar e por isso o ambiente cristão há de operar milagres no campo do debate.
Entres os pré-candidatos a deputados estaduais, figuram nomes como o do prefeito de São Sebastião da Boa Vista no Marajó, Laércio Pereira, dos vereadores de Belém Adalberto Aguiar, Alfredo Costa e Otávio Pinheiro, do superintendente da Pesca no Pará, Chico da Pesca, do Adjunto da SAGRI, Zé Raimundo entre outros.
Desafios
Paulo Rocha terá pela frente muitos desafios, entre eles, aglutinar interesses para ter toda sua tropa marchando unificada, dentro e fora de seu grupo, e para isso pensa em uma estratégia que permita sua tendência, ter o mesmo êxito que oteve quando lançou 3 candidatos à vereadores e elegeu todos, no último pleito em 2008 para a câmara municipal de Belém.
Para Paulo Rocha, muitos podem até não gostar mas a aliança com o PMDB é fundamental para a continuídade do projeto petista com as alianças, que segundo ele, é o que está possibilitando mudar o Pará e o Brasil.
A Unidade na Luta reune 10 das 27 prefeituras petistas no Estado do Pará e junto com o PT pra Valer e a Articulação Socialista formam o denominado campo "Construíndo um novo Brasil", antigo "campo majoritário" que históricamente comanda o PT no Pará e nacionalmente, abrigando em suas fileiras, nada mais nada menos que Lula e a candidata à sua sucessão, a ministra Dilma Rousseff.